A equinácea é uma planta herbácea, perene e muito florífera, conhecida no mundo todo tanto por seu efeito ornamental como por suas qualidades medicinais. Seu caule é ereto e ramificado, formando moitas densas e arredondadas. As folhas são lanceoladas a oval-lanceoladas, de cor verde escura, serrilhadas, ásperas e papiráceas. A floração é de longa duração e ocorre na primavera e verão. Suas inflorescências são do tipo capítulo, semelhantes às das Margaridas. Elas são compostas, hermafroditas, com o disco central amarelo-amarronzado e pétalas marginais nas cores rosa, lavanda ou branca, com diversas tonalidades entre essas cores, de acordo com a cultivar. A polinização é realizada por abelhas e borboletas. Os frutos são do tipo aquênio.
No paisagismo, a equinácea é excelente para a formação de bordaduras, maciços e em misturas com outras espécies de plantas. Ela confere uma atmosfera campesina, rural, ao jardim. Mas isso não significa que se deva evitá-la em jardins elegantes. É apenas uma questão de como utilizá-la. Maciços e bordaduras, em monocromias ou cores complementares resultam em jardins mais sofisticados, enquanto que composições coloridas, livres e alegres se aproximam mais de jardins estilo cottage ou country.
A equinácea também é muito rústica e de baixa manutenção. Em invernos mais rigorosos, a planta perde a folhagem, rebrotando com vigor na primavera. As flores são duráveis e podem ser utilizadas em arranjos florais e bouquets, assim como na forma de flores secas, acrescentando um ar campestre à decoração.
Deve ser cultivada preferencialmente sob sol pleno, em solos bem drenáveis, enriquecidos com matéria orgânica e irrigados regularmente. Não tolera encharcamentos. Depois de bem estabelecida, a planta torna-se bastante resistente a curtos períodos de estiagem. O corte das flores velhas, além de devolver a beleza à planta, estimula a floração subsequente. Suscetível ao besouro-japonês e às lesmas. Multiplica-se pela divisão da ramagem enraizada, estaquia de raízes, mas principalmente por sementes.
